quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Filhas de prefeito recebem Bolsa Familia e Seguro Defeso


João de Fátima, o Queiroz, prefeito de Monção

O Ministério Público Federal no Maranhão (MPF/MA) denunciou Cleomara e Cleonara Andrade Pereira, filhas do prefeito João de Fátima, o Queiroz,  e a vereadora Maria de Jesus do Nascimento Lima à Justiça Federal por suposto recebimento indevido de benefícios do Bolsa Família e do “seguro defeso”. Todas elas possuíam renda superior ao permitido pelo programa.
Segundo a denúncia, Cleomara, que era beneficiária do Bolsa Família desde 2009, passou a exercer o cargo de Conselheira Tutelar do Município de Monção (MA) em dezembro de 2011, recebendo um salário de R$ 1.356 mensais. Assim, a renda familiar por pessoa (per capita) de Cleomara ultrapassou o limite permitido pelo programa.
Já Cleonara, recebia o benefício do Bolsa Família, mesmo exercendo desde 2013 cargo comissionado na Prefeitura de Monção, assim como seu marido, ambos no valor de R$ 1,5 mil mensais. Além do mais, Cleonara também recebeu de 2009 a 2013 o “seguro defeso”, espécie de seguro-desemprego pago aos que declaram a pesca como única fonte de renda, informação diferente da que apresentou ao Programa Bolsa Família se dizendo dona de casa sem renda.
Maria de Jesus também se beneficia do Bolsa Família desde 2008, mas ocupa o cargo de Vereadora Municipal desde janeiro de 2013. Mesmo antes de ocupar o cargo público, ela não se enquadrava no perfil dos beneficiários, já que possuía dois automóveis, uma residência e um ponto comercial, todos avaliados em R$ 136 mil, segundo informações prestadas por ela mesma à Justiça Eleitoral.
Na denúncia, o MPF/MA acusa as três mulheres pela prática de estelionato, por obterem vantagem indevida, causando prejuízo à União, induzindo a erro o ente público ao informar dados falsos, ou deixar de informar posteriormente quando alterada as suas rendas.
Segundo o procurador da República Juraci Guimarães Júnior, autor da denúncia, “é inadmissível que pessoas com considerável renda e patrimônio e inclusive ocupando cargos públicos recebam recursos públicos do Bolsa Família e do Seguro Defeso destinados a atender às famílias mais pobres da população”.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Comunidade Católica perde um grande animador; amigos lamentam a grande perda



Por Chico da Voz

Jota Rodrigues
Para muitos dos seus colegas de trabalho, preferem manter viva a lembrança e a memória do “Dega”, como um jovem trabalhador inteligente na luta do seu dia-a-dia, como um profissional da saúde do município. Companheiro de muitas jornadas no desempenho de suas funções. Sempre foi muito querido na comunidade em suas funções paroquianas; sempre um colaborador nos trabalhos da irmandade católica.
 A comunidade infelizmente perde um grande animador. Rodrigues também era um bom companheiro de rádio. Tivemos momentos de trabalho junto com ele, que era um dos bons locutores da nossa cidade. Passou por todas as emissoras.
Tão logo a notícia se espalhou sobre a sua morte do J. Rodrigues, desde e o primeiro momentos, todos lamentam sobre a grande perda de um colaborador incansável da Paróquia de Santa Luzia do Paruá.
A grande pergunta que paira no ar neste instante, é por que tamanha tragédia?

De acordo com informações de companheiros mais próximos, ele lutava com um problema de depressão há algum tempo. Recentemente, nasceu sua filhinha que está com apenas com dois meses. Seus amigos já vinham percebendo que alguma coisa não estava bem com ele. Ele se mostrava muito reservado e meio calado. Há alguns dias ele estava sozinho em sua residência na Rua do Passeio. Hoje, seus familiares sentiram a sua falta e uma de suas irmãs foi até a sua casa depois de meio dia, e o encontrou morto, com o corpo todo ensanguentado, por volta das 13:30h.  
A polícia foi chamada ao local para realizar os procedimentos periciais. Seu corpo foi levado para o Hospital Santa Luzia, onde foi constatado segundo a polícia, ele praticou o suicídio se utilizando de uma faca.  
O  Titular do Blog neste momento, se solidariza com os familiares, com a dor da perda de seu ente querido. Em respeito a dor da família deixamos de publicar fotos de conteúdo forte, a pedido.

Agente de Saúde é encontrado morto

O Agente de Saúde conhecido pelo apelido de Dega, - o Jota Rodrigues -  foi encontrado morto agora no inicio da tarde, por volta das 13:30h, em sua residencia na Rua do Passeio. A polícia foi chamada ao local para fazer a perícia. Centenas de curiosos estão no local. As primeiras informações dão conta de teria sido suicídio, mas esta informação não foi confirmada.
O corpo foi levado para o hospital Santa Luzia agora há pouco.
Vamos aguardar maiores detalhes.

Secretaria de Saúde promove caminhada contra a Hanceníase

A Prefeitura Municipal de Santa Luzia do Paruá, através da Secretaria de Saúde do Município realizou hoje (26), as 9:00h no povoado Paruá, uma caminhada contra a Hanceníase. O evento percorreu a Avenida Jefesson Mesquita e reuniu os Agentes Comunitários de Saúde, entre outros profissionais da saúde. O objetivo principal deste ato, foi levar a população orientação com entrega de folhetos, que informa como prevenir  e tratar a doença.
O Dia Nacional de Combate a Hanceniase foi ontem, mas só durante esta semana está sendo realizado ações de conscientização. Em Santa Luzia do Paruá, outra caminhada está marcada para dia 29 as 8:00h na Avenida João Morais de Sousa.
Segundo dados do Ministério da Saúde, o Maranhão está incluido entre os cinco estado com maior número de incidência de casos no país.
  

Maranhão está entre os estados que tem grande número de casos de Hanseníase no país

Os estados de Mato Grosso, do Pará, Maranhão, Tocantins, de Rondônia e Goiás são os que concentram áreas de maior risco para a transmissão da hanseníase, de acordo com dados divulgados hoje (21) pelo Ministério da Saúde.
Em 2013, ocorreram 31.044 novos casos da doença, no país. Entre menores de 15 anos, ocorreram cinco casos para cada grupo de 100 mil habitantes. A medição, neste caso, é considerada estratégica porque uma criança doente sinaliza que há um adulto não tratado transmitindo hanseníase.
Dados preliminares de 2014 indicam que a taxa de detecção da doença no país foi 12,14 para cada 100 mil habitantes, o que corresponde a 24.612 novos casos no Brasil. Na população menor de 15 anos, foram identificados 1.793 novos casos. Ao todo, 31.568 pacientes estavam em tratamento no mesmo período.
O ministro da Saúde, Arthur Chioro, avaliou como desafio permanente lidar com as chamadas doenças negligenciadas, que incluem a hanseníase e que, muitas vezes, estão vinculadas a situações de pobreza.
"A hanseníase, historicamente, vem sendo marcada pelo estigma e também por esse padrão de distribuição, que tem a ver com a desigualdade profunda que ainda existe no seio da sociedade", disse o ministro.
A hanseníase é uma doença crônica, infectocontagiosa, transmitida por pessoas doentes que não estão em tratamento. A doença tem cura, mas pode causar incapacidades físicas se o diagnóstico for tardio ou se o tratamento não for feito de forma adequada.
O ministério recomenda que as pessoas procurem um serviço de saúde, no caso de aparecimento de manchas de qualquer cor, em qualquer parte do corpo, sobretudo, se a mancha apresentar diminuição de sensibilidade ao calor e ao toque. Após iniciado o tratamento, o paciente para de transmitir a doença quase que imediatamente.

sábado, 24 de janeiro de 2015

Relatório aponta violencia conrtra a imprensa.

jornalistasAs ações judiciais foram listadas pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) como uma das formas de violência contra a categoria, segundo Relatório da Violência Contra Jornalistas-2014.
O relatório foi divulgado ontem pela Fenaj.
De acordo com o documento, acionar profissionais de imprensa na Justiça é uma forma de intimidá-los e pressioná-los a mudar seu ponto de vista sobre situações, principalmente na área política.
- Jornalistas ameaçados ou amedrontados, sem condições dignas de trabalho, ficam limitados na sua missão profissional de informar a sociedade para dar a ela um importante instrumento de constituição e exercício da cidadania. As variadas formas de violência são violações do direito humano à comunicação, às liberdades de expressão e de imprensa - diz o relatório.
O relatório também apontou que policiais – sobretudo policiais militares- lidera a lista de agressores, com 48,06%.
Para enfrentar esse perigo, a Fenaj cobra que os crimes sejam tratados em esfera federal e que seja criado um Observatório Nacional da Violência.
A expectativa é que o órgão seja criado este ano, pela Secretaria de Direitos Humanos e pelo Ministério da Justiça, que passariam a fazer também a interlocução com agentes de segurança nos estados.
 
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