quinta-feira, 19 de setembro de 2019

Kuwait decidiu que vai comprar mel do Brasil

A ministra Tereza Cristina anunciou hoje, dia 18 de setembro, a abertura do mercado do Kuwait para o mel do Brasil. Desde 2016, era aguardada a autorização pelo país árabe.
Segundo a ministra, a certificação sanitária foi concluída pelo governo do Kuwait. “O Brasil pode exportar mel imediatamente”, disse em entrevista a jornalistas locais.
No primeiro dia de compromissos no país, a ministra reuniu-se com a diretora do Comitê Supremo da Autoridade Pública para Segurança Alimentar, Reem Al Fulaij, e o diretor-geral da Autoridade Pública para Agricultura e Pesca, xeique Mohammed Al Sabah.
Nas reuniões, a ministra debateu sobre nova emissão de certificados de exportação e cooperação técnica na área de pesca e aquicultura. Tereza Cristina destacou que a Embrapa pode contribuir nesta missão, pois já detém dois centros de pesquisa e criação de peixes em cativeiro.
Participaram das reuniões técnicas o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério, Orlando Ribeiro; o embaixador do Brasil no Kuwait, Norton de Andrade Mello Rapesta, e o adido agrícola Marcel Moreira.
Tereza Cristina fez uma visita de cortesia ao diretor-geral do Fundo Kuwaitiano para o Desenvolvimento Econômico Árabe, Abdulwahab Al Bader. Ela conversou sobre a possibilidade de o fundo investir cerca de US$ 50 milhões em projetos do AgroNordeste, programa a ser lançado que tem o objetivo de alavancar a produção agropecuária no semiárido, gerar renda para pequenos produtores e a inclusão deles no sistema produtivo e de crédito nacional.
A ministra explicou que a ideia é o fundo emprestar os recursos, a juros adequados, para projetos, como de irrigação e energia solar. “Poderemos fazer um programa mais robusto para pequenos produtores do Nordeste brasileiro”, destacou.

Líder Sindical professora Elissandra Durans condena a prática dos alugueis "sebosos" de veículos para a educação

A Presidente do Simproesema, núcleo de Santa Luzia do Paruá Elissandra Durans, se manifestando hoje(19), em sua rede social condenou veementemente a forma como a gestão do prefeito Plácido Holanda, vem agindo na questão dos transportes escolares, entre outras coisas.
Ela fez pesadas críticas afirmando: "Algo que até hoje não consigo entender nesta gestão: o fato dos alugueis de outros veículos de propriedade particular, que custam em média R$ 6.000, (seis mil reais) por mês. Não tenho nada contra os proprietários destes veículos alugados, mas, não seria mais viável fazer a manutenção dos ônibus, que são do município, ao invés de alugar"?  Questiona a sindicalista.
Ela vai mais além em suas críticas e diz: "Os infernais destes tais acordos, politiqueiros e sebosos, é que acaba prejudicando a população", concluiu
A professora Elissandra Durans parece andar muito ressabiada com a gestão PH.



Em Santa Luzia do Paruá Sindicato denuncia sucateamento de ônibus escolares da prefeitura

A imagem pode conter: céu, trem e atividades ao ar livre
 Luiz Almeida:  "Grande parte da frota escolar está no cepo"
O Sindserp - Sindicato dos Servidores Público da Educação de Santa Luzia do Paruá, tem feito sucessivas denúncias sobre o que vem acontecendo com a frota de ônibus escolares do município. Conforme uma série de fotografias encaminhadas a redação do Blog e do Jornal Realidade Notícias, pelo presidente da entidade Luiz Almeida; segundo ele, o que está acontecendo é
Luiz: "Está havendo um desmonte da frota escolar e quem
sofre são os alunos".
um 
verdadeiro crime, o grande número de ônibus escolares que estão parados na garagem da antiga Feira do Produtor por falta de manutenção.  
A imagem pode conter: atividades ao ar livre"O pior de tudo, é que os poucos onibus que estão circulando, estão trafegando com superlotação de alunos, o que representa um grande risco. Está acontecendo um verdadeiro sucateamento do transporte escolar; Pra onde está indo os recursos do PNATE que vem todos os meses?", questiona o líder sindical professor Luiz.
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Os onibus que ainda conseguem circular, andam superlotados.

O presidente do Sindicato afirmou ainda, que o fato já foi denunciado ao ministério público.





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No cepo.



terça-feira, 17 de setembro de 2019

Máfia do ipê toca o terror na Amazônia, denuncia ONG




O desmatamento da Amazônia brasileira é resultado da violência de grupos criminosos contra defensores da floresta e do fracasso do governo Bolsonaro em sua obrigação de proteger a região. A conclusão é do relatório “Máfias do Ipê: como a violência e a impunidade impulsionam o desmatamento na Amazônia brasileira”, da Human Rights Watch, divulgado nesta terça-feira (17).
“A situação só está piorando com o presidente Bolsonaro, cujo ataque aos órgãos de proteção do meio ambiente coloca em risco a floresta e as pessoas que ali vivem”, afirmou o diretor de direitos humanos e meio ambiente da organização internacional, Daniel Wilkinson. “O governo Bolsonaro tem agido de forma agressiva para diminuir a capacidade do país de fazer cumprir suas leis ambientais”, apontou o relatório.
O documento analisa o desmatamento ilegal na Amazônia por redes criminosas e a violência praticada contra os que se posicionam em defesa da mata, ao mesmo tempo que o Estado “fracassou” na missão de investigar e punir os responsáveis por estes crimes. “Os brasileiros que defendem a Amazônia enfrentam ameaças e ataques por parte de redes criminosas envolvidas na extração ilegal de madeira”, explicou o representante.
Foi um total de 170 pessoas, incluindo 60 membros de povos indígenas e moradores dos estados do Pará, Rondônia e Maranhão, além dos próprios servidores públicos da região amazônica e de Brasília, para realizar a investigação e trazer a visão de fora e de dentro do governo sobre como as políticas de Jair Bolsonaro prejudicaram a fiscalização ambiental.
A conclusão foi esta: “durante seu primeiro ano no cargo, o presidente Bolsonaro retrocedeu na aplicação das leis de proteção ambiental, enfraqueceu as agências federais responsáveis, além de atacar organizações e indivíduos que trabalham para preservar a floresta”, informou a Human Rights.
O relatório mostra como as redes criminosas coordenam a extração, o processamento e a venda de madeira em larga escala, acompanhados de homens armados que são contratados por estes grupos para intimidar e até mesmo matar os que tentam defender a floresta. Como exemplo, mais de 300 pessoas foram assassinadas em conflitos por terra e recursos naturais na Amazônia.
Boa parte delas estavam envolvidas na extração ilegal de maneira ou contra a prática. Os casos foram informados pela Comissão Pastoral da Terra (CPT) e pela própria Procuradoria-Geral da República.
O desmatamento ilegal esteve diretamente envolvido em 28 assassinatos, a maioria a partir de 2015, e mais 4 tentativas de assassinatos e mais de 40 ameaças de morte relatadas. As vítimas, nestes casos, eram pessoas vistas como “obstáculos” à prática ilegal contra a floresta amazônica, entre indígenas, moradores das regiões e agentes públicos.
A impunidade é vista também no Judiciário: quando os casos são levados à justiça, a grande maioria segue impune. Dos mais de 300 assassinatos registrados, somente 14 foram julgados, e dos 28 assassinatos analisados pelo relatório da Human Rights Watch, apenas 2 foram julgados. Nenhuma ameaça de morte foi à julgamento.
“Essa impunidade se deve em grande parte ao fato da polícia não conduzir investigações adequadas. A polícia local reconhece as deficiências e afirma que isso acontece porque as mortes ocorrem em áreas remotas. No entanto, a Human Rights Watch documentou graves omissões, como a falta de autópsias, nas investigações de mortes ocorridas nas cidades, não muito longe das delegacias de polícia”, pontuou o relatório.
O governo Bolsonaro piorou a situação, revelou a pesquisa. Isso porque este ano, o desmatamento quase dobrou em comparação ao mesmo período de 2018, e a escala de queimadas superou o que havia sido visto na última década na Amazônia. O documento é taxativo, ainda, nas causas dos incêndios: eles “não ocorrem naturalmente no ecossistema úmido da bacia amazônica”.
“Eles são iniciados por pessoas como parte do processo de desmatamento após removerem as árvores de maior valor. As queimadas se espalham pelas pequenas clareiras e ramais abertos pelos madeireiros, onde a existência de vegetação mais seca e inflamável facilita a propagação do fogo na floresta tropical”, explica o documento.


Cláudio José da Silva, coordenador do “Guardiões da Floresta” do Território Indígena Caru, na Amazônia Brasileira – Foto: Brent Stirton/Human Rights Watch

A íntegra do relatório pode ser lida aqui.

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  • A linda árvore do Ipê ou Tabebuia sp, em sua nomenclatura botânica, constitui-se em um dos gêneros presentes no bioma vegetal brasileiro mais promissores na biblioteca viva de moléculas candidatas à produção de fármacos para controle de doenças que atormentam a humanidade como o câncer, e a resistência bacteriana, por exemplo. Muitas pesquisas estão em curso no Brasil, e no mundo, a este respeito, com expressivo numero de patentes, inclusive no exterior. Um governo que permite, acoberta, estimula, atrocidades deste tipo está comprometendo irreversivelmente a saúde da população brasileira.
    
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