Mais uma canetada da direção da Caixa determinou que apenas uma avaliação negativa na Gestão de Desempenho de Pessoas (GDP) pode resultar em apontamento para descomissionamento (MO21182).
A medida, que consta na nova versão (041) do RH 184, publicada nesta segunda-feira 25, vale para todas as funções comissionadas, mas afeta particularmente os gestores.
A avaliação na GDP tem relação direta com as metas e muitas vezes é baseada em critérios arbitrários, impostos pela chefia, e seu resultado sofre interferências de problemas fora do controle dos empregados comissionados, como crise econômica e diminuição do consumo de produtos bancários; elevação dos custos das tarifas da Caixa; ou ainda aumento da taxa de juros, que pode levar clientes a fecharem a conta no banco.
“Ou seja, a Caixa passa a penalizar a carreira de empregados que têm uma história no banco por conta dessas questões externas ao trabalho de cada um”, afirma Dionísio Reis, diretor executivo do Sindicato e coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa).
“Hoje, a direção do banco deixa clara sua intenção de lucrar com a redução salarial dos empregados e soma mais um item a sua sanha de descomissionamento. Não à GDP e fim da verticalização e dos descomissionanentos arbitrários”, cobra o dirigente.
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